Nos conhecemos na escola, em 2010 se não me engano. Ele estudava no período da tarde e eu de manhã. Nos cruzávamos de vez em quando pelos corredores, eu indo embora para casa e ele chegando para estudar. Nesses encontros relâmpagos que aconteciam, ele sempre me cumprimentava. Eu lembro que me questionava, mentalmente: por que ele me dá oi se eu nem o conheço direito? No ano seguinte ele mudou para manhã e caiu na minha sala. Nos tornamos amigos, muito amigos. A escola terminou em 2011. Com ela, terminou também meu antigo relacionamento. Papo vai, papo vem, alguns meses depois Rodrigo e eu nos beijamos pela primeira vez. O plano era não passar daquilo - alguns beijos. A situação poderia acabar estragando a vínculo de amizade que tínhamos criado ao longo dos anos. Falha no engano, rs. Quando vi, estávamos completamente envolvidos. Fiz um intercâmbio para os Estados Unidos e me lembro como se fosse ontem a despedida no aeroporto, como ele chorou e foi sofrido para nós dois (drama alert). Skype e troca de e-mails salvaram nossa chama, a mantendo mais acesa do que nunca. Voltei de viagem em agosto e demos continuidade àquilo que tínhamos começado. Não chegava a ser um namoro para mim, mas ele passou a enxergar como se fosse um e me fazer cobranças que começaram a me incomodar - afinal, eu tinha saído recentemente de um relacionamento de cinco anos. "Terminamos" o que mal tínhamos começado. Uns três meses depois, notei que estava sentindo uma falta absurda dele (drama alert II). Fui atrás e comecei a perceber que, embora fosse de maneira educada, eu estava, de fato, sendo ignorada, afinal, o "fim" que eu tinha colocado naquilo que vivemos o magoou bastante. Não desisti. Em algum tempinho, tínhamos retornada à estaca zero do nosso "rolo": nem namoro, nem só amizade. "Você que acabou com a gente, então se quiser namorar, você é quem vai ter que pedir". 12 de junho de 2013. Fiz uma dessas surpresas fofinhas de Instagram e... ele disse sim, rs! Desde então, começamos a construir uma relação que, com muito amor, paciência, companheirismo, compreensão e respeito (leia-se aqui: altos e baixos), nos levará até o próximo dia 24 de janeiro, quando além de juntar nossas escovas de dentes, uniremos também nossos corações e o resto de nossos dias - se Deus quiser, amém.
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